Levantei. Era mais um dia frio de inverno. A neve caindo e eu pensando em como ele era quente, como esquentava meu corpo. Seu gosto era adocicado. Podia estar me esquentando bem agora. Podia estar em minhas mãos, tocando minha boca. Mas não, ele não estava aqui. Estava lá. Do outro lado do balcão, me olhando como se dissesse: “Venha, estou te esperando”. E eu não podia fazer nada, então ficava olhando. Secava tanto que ás vezes o imaginava em minha boca, lembrava do seu gosto e pensava: “Ain, como eu amo chocolate-quente!”.
Por: Andressa.

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